Larissa Maria Gomes Fernandes, Advogado

Larissa Maria Gomes Fernandes

Londrina (PR)
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Sobre mim

Graduada em Direito pela Faculdade Norte Paranaense no ano de 2012. Advogada, inscrita na OAB/PR sob o nº 81.863. Pós-graduada em Biologia Forense, Perícias Cíveis e Criminais pela Universidade Filadélfia. Pós-graduada em Gestão Pública Municipal da UNICENTRO- Universidade Estadual do Centro Oeste. Pós-graduada em Advocacia Criminal (Execução) pela Legale Educacional S.A. Em 2013 diretora financeira do Instituto Herdeiros da Vida, projetos sociais na área da educação e cultura. Conciliadora do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná (Juizado Especial Cível e Criminal), 201O - 2022.  Assessora no SINDPAR - Sindicato dos Servidores Públicos na Agropecuária do Estado do Paraná, 2019 - 2022.
ADVOGADA CRIMINALISTA

Principais áreas de atuação

Direito Penal, 33%

É o ramo do direito público dedicado às normas emanadas pelo Poder Legislativo para reprimir os d...

Direito do Consumidor, 33%

É um ramo do direito que lida com conflitos de consumo e com a defesa dos direitos dos consumidor...

Direito Civil, 33%

É o principal ramo do direito privado. Trata-se do conjunto de normas (regras e princípios) que r...

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Rodrigo Xavier, Advogado
Rodrigo Xavier
Comentário · há 7 anos
Pois é, caro colega, ainda temos as desonerações e sonegações.

Tudo isso para direcionar o dinheiro para quem manda no Brasil, o sistema financeiro.

Nem com um decreto disponível no site oficial fazemos as pessoas desacreditarem a imprensa que é financiada pelos beneficiários dessa reforma.

Ganharão de duas formas, aumentarão suas receitas para venda de previdência privada e receberão mais do orçamento para pagar essa dívida pública que nem sabemos de onde vem e para quem vai.

Todos somos a favor de uma reforma, mas isso é lesão aos mais necessitados.

A maioria dos servidores recebem uma quantia que lhes permite viver melhor que a maioria dos trabalhadores da esfera privada, entretanto, isso não é privilégio, é dignidade constitucionalmente prevista para manter um mínimo de moradia, alimentação, lazer.

Receber, em média, 67% é ridículo perto do salário mínimo de fome. A diferença de 1000 para 1670 é um argumento imoralde se utilizar.

Pelo contrário, cada vez mais os de iniciativa privada deveriam ter salários semelhantes e não ao contrário.

Maiores salários, geram melhores arrecadações, que, por sua vez, geram melhores condições para o país.

Estrangular o trabalhador é prejudicar a economia.

São os bons salários que fazem compras no comércio local, impulsionando aqueles que são empreendedores a ganharem mais com suas vendas.

Reduzir salários com descontos maiores nos contracheques, irá trazer prejuízos para a economia, pois, cada vez mais, o consumo de bens e serviços irá retrair. A maioria vai trabalhar para morar e comer.
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